A moda agora é comprar e vender coisas em brechó, brechó on line, brechó na feirinha, brechó na casa da vizinha... Todo mundo que conheço vende ou compra coisas em brechó.
Outro dia estava conversando com umas amigas e surgiu esse papo de comprar coisas em brechó. Uma delas comentou: "Nossa, eu vendo tudo, mas não compro nada! Sei lá de onde vêm as coisas da pessoa...
Me soou um tanto quanto contraditório, pois as pessoas também não sabem "de onde vem" as coisas dela, mas ok! Cada um com seu cada qual!
Já uma outra amiga disse o contrário: "Eu compro tudo, mas não vendo nada! Acabo sempre doando as minhas coisas e sempre compro as coisas que acho legal!" Um ponto de vista interessante, mas que gerou uma curiosidade: será que ela não vende porque doa mesmo ou porque guarda tudo? Não sei, pois não fui ao armário dela conferir!
Mesmo achando contraditória a opinião da primeira, me peguei pensando nessa questão da energia que as coisas carregam.
Peças utilizadas em momentos ruins da vida das pessoas, como por exemplo uma roupa que foi usada em um velório ou um objeto que pertenceu à uma família que se desfez, não viriam carregadas de uma energia pesada?!
Foi então que uma das amigas me disse: "Mas aí você lava que sai!"
Continuo achando que não!
A energia que as pessoas deixam em suas coisas, não me parece sair com uma simples lavada.
Então uma outra amiga me apresentou um novo olhar sobre essa questão da energia:
"Eu me ligo na energia boa que a peça carrega. Compro em 'Mercados de Pulga', e fico imaginando quem pode ter usado aquela peça outrora. Será que pertenceu a um cavalheiro valente ou uma dama da época feudal?! Será que essas pessoas foram felizes com estas peças?! Por fim, penso que se eu gostei da peça, é porque ela me passou uma coisa boa, e então não deve estar carregada de energia ruim."
De certa forma ela tem razão, até mesmo porque, quando uma pessoa vai vender uma peça usada, ela não vai colocar no anúncio:"Vendo roupa usada no velório da minha mãe!"
Ninguém se sentiria atraído por um anúncio deste tipo, não é mesmo?!
E também se entrarmos nessa paranoia, corremos o risco de não consumirmos mais nada por aí.
Já pensou se você descobre que a costureira da sua loja preferida é uma pessoa explorada, que trabalha sem nenhum amor, por pura necessidade e falta de opção?!
Pensando no histórico da peça, desde o seu processo de produção, esta estaria com uma péssima energia, concorda?!
A verdade é que o mundo é movido por essa energia que carregamos em nós. Nem todo mundo é feito só de boas ou más energias, e encontrar o "Ponto de Equilíbrio" destas forças internas, é o grande segredo para uma vida mais leve.
Pensando desta forma, passo a acreditar que a energia ruim só atinge a quem não carrega em si uma boa dose de energia positiva, pra fazer esse "balanço", então o problema não é a peça, e sim você!
Tem conversas que inicialmente parecem bobas, mas me fazem pensar de uma maneira incrível!
Fico remoendo o assunto, e pensando nele sob diferentes pontos de vista.
E você, o que pensa dessa questão da energia que as coisas carregam?!
Outro dia estava conversando com umas amigas e surgiu esse papo de comprar coisas em brechó. Uma delas comentou: "Nossa, eu vendo tudo, mas não compro nada! Sei lá de onde vêm as coisas da pessoa...
Me soou um tanto quanto contraditório, pois as pessoas também não sabem "de onde vem" as coisas dela, mas ok! Cada um com seu cada qual!
Já uma outra amiga disse o contrário: "Eu compro tudo, mas não vendo nada! Acabo sempre doando as minhas coisas e sempre compro as coisas que acho legal!" Um ponto de vista interessante, mas que gerou uma curiosidade: será que ela não vende porque doa mesmo ou porque guarda tudo? Não sei, pois não fui ao armário dela conferir!
Mesmo achando contraditória a opinião da primeira, me peguei pensando nessa questão da energia que as coisas carregam.
Peças utilizadas em momentos ruins da vida das pessoas, como por exemplo uma roupa que foi usada em um velório ou um objeto que pertenceu à uma família que se desfez, não viriam carregadas de uma energia pesada?!
Foi então que uma das amigas me disse: "Mas aí você lava que sai!"
Continuo achando que não!
A energia que as pessoas deixam em suas coisas, não me parece sair com uma simples lavada.
Então uma outra amiga me apresentou um novo olhar sobre essa questão da energia:
"Eu me ligo na energia boa que a peça carrega. Compro em 'Mercados de Pulga', e fico imaginando quem pode ter usado aquela peça outrora. Será que pertenceu a um cavalheiro valente ou uma dama da época feudal?! Será que essas pessoas foram felizes com estas peças?! Por fim, penso que se eu gostei da peça, é porque ela me passou uma coisa boa, e então não deve estar carregada de energia ruim."
De certa forma ela tem razão, até mesmo porque, quando uma pessoa vai vender uma peça usada, ela não vai colocar no anúncio:"Vendo roupa usada no velório da minha mãe!"
Ninguém se sentiria atraído por um anúncio deste tipo, não é mesmo?!
E também se entrarmos nessa paranoia, corremos o risco de não consumirmos mais nada por aí.
Já pensou se você descobre que a costureira da sua loja preferida é uma pessoa explorada, que trabalha sem nenhum amor, por pura necessidade e falta de opção?!
Pensando no histórico da peça, desde o seu processo de produção, esta estaria com uma péssima energia, concorda?!
A verdade é que o mundo é movido por essa energia que carregamos em nós. Nem todo mundo é feito só de boas ou más energias, e encontrar o "Ponto de Equilíbrio" destas forças internas, é o grande segredo para uma vida mais leve.
Pensando desta forma, passo a acreditar que a energia ruim só atinge a quem não carrega em si uma boa dose de energia positiva, pra fazer esse "balanço", então o problema não é a peça, e sim você!
Tem conversas que inicialmente parecem bobas, mas me fazem pensar de uma maneira incrível!
Fico remoendo o assunto, e pensando nele sob diferentes pontos de vista.
E você, o que pensa dessa questão da energia que as coisas carregam?!

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